sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Não perco o sonho

Ultimamente, tenho pensado bastante em largar esse blog. Afinal, nem tenho escrito frequentemente como antes.  




Tenho também pensado demais nas minhas prioridades e no jeito como me relaciono com as pessoas. Com QUEM me relaciono, e coisas assim...
Não é preciso repetir que minhas concepções mudaram muito de 1 ano pra cá, e que, o que antes era certo na minha cabeça, hoje não passa de um imenso ponto de interrogação.




Pois é... nesse momento tenho um milhão de pontos de interrogação rondando minha mente...todos girando, e girando...




Você já se sentiu assim? Assim...do tipo que não sabe o que vai fazer...
Não vou largar este bendito blog. Pelo menos não agora. Preciso, nem que de maneira escassa, escrever essas míseras palavras. Sei que alguém lerá, e poderá até mesmo, comungar das mesmas opiniões e sentimentos. E é por isso, apenas por isso, que não abandonarei meu meio de auto-abandono.




Dou imenso valor às pessoas fortes, aquelas que, mesmo com as adversidades, não se rebaixam. Elas caem e logo em seguida, levantam. Me espelho nelas, tento imitá-las. Quero ser assim um dia.




Quem sabe um dia, minha cabeça pare de rodar um pouco... as coisas poderiam ficar mais claras, as respostas viriam. Não perco a esperança de que um dia isso acontecerá de verdade.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Continuo...

Há bem pouco tempo, uma doce e perversa ilusão invadiu a minha vida. Digo "doce" porque me atraiu de imediato, me chamou para perto, me agradou. E digo "perversa", porque, da mesma maneira repentina com a qual chegou, foi embora. Simples assim. E fiquei a esperar novamente. Voltei ao meu estado de espera rotineiro e angustiante. Mas o pior, é que um fiozinho dessa doce ilusão prevalece, pisa em meu peito, fazendo-me recordar o que poderia ter sido...mas não foi.




Sou daquelas pessoas que detestam surpresas (porque na maioria das vezes, elas são desagradáveis). Detesto o imprevisível. Será que você sabe disso? Se não sabe, até entendo, mas se sabe, por que é que brinca com o que mais repudio?




Essa coisa de não ter noção do que pode acontecer é algo que com certeza me ensandece.




Você é tão atrativamente desnecessário... e completa novidade! Por mais covarde que eu possa ser, sinto que o melhor a fazer seria enfrentá-lo. É, cara a cara. Preciso mirar com meus próprios olhos o que minha mente grita, fazendo-me implodir todos os dias.




Continuo esperando a chegada do imprevisível
                                                             .
                                                             .
                                                             .
                                                             .
                                                         AINDA.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Alguns desenhos meus...

                                                       Julian Casablancas, dos Strokes


                                                     Caricatura do Silvio Santos


                                                       Sir Paul McCartney!


                                                O grande cara, Salvador Dali


                                                                         "Paranóia"

domingo, 1 de janeiro de 2012

Texto um pouco velho, mas que só agora consegui postar...

A gente é tão bobo...sonha com as coisas, com as pessoas, idealiza, planeja... Parece que a gente ainda não aprendeu que no final... bem, no final, o que resta é apenas a nossa própria frustração, e nada mais.




O ser humano é um ser de natureza ingênua, sonhadora. Nunca contenta-se com o que é real e palpável, quer sempre mais, almeja outros ares e paisagens.




Um dia, alguém me disse que a realidade é sempre melhor. Não sei viu, discordo em partes. Gosto de divagar, criar novos mundos oriundos da minha própria mente fértil de porcarias inúteis, onde cada coisa nova e desconhecida passa a ser explorada. Mas não pense que misturo sonho com realidade não. Pelo contrário, sei separar muito bem essas duas coisas. Apenas prefiro o campo onírico, ele é mais divertido e menos doloroso. Nele, posso ser o que quiser, e ninguém tem nada com isso.




Quando menor, ao ler um livro qualquer, costumava inventar para cada personagem, um jeito de falar, um sotaque e um tom de voz diferente. Sendo assim, cada um deles tornava-se único, especial. Também costumava desenhar em minha mente, as cenas que eu tecia devagarinho, com aquela leitura de gente iniciante.




Pode me chamar de louca se quiser, não ligo. Persisto na preferência pelo campo onírico, subjetivo. É que o marasmo que a realidade traz me cansa, me entedia. Também me nego a participar da grande utopia que seria tentar mudá-la. Não é preguiça, me entenda, é apenas o que é.


                                                        
                                                      
                          Somos todos SONHADORES.